Bolsonaro, líder do Brasil, diz que ninguém será obrigado a tomar vacina contra o coronavírus – Nacional

Bolsonaro, líder do Brasil, diz que ninguém será obrigado a tomar vacina contra o coronavírus – Nacional

1 de September de 2020 0 By Portal de Campo Grande
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O presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que tem minimizado sistematicamente a gravidade do surto do coronavírus, disse na segunda-feira que ninguém será forçado a ter a vacina contra a pandemia uma vez que ela seja desenvolvida.

Os comentários vêm depois de o governo destinar milhões de dólares para a compra e futura produção de vacinas, enquanto o Brasil sofre o segundo pior surto de pandemia fora dos Estados Unidos.

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“Ninguém pode forçar ninguém a tomar uma vacina”, disse ele em resposta a uma pergunta de um apoiador, de acordo com um vídeo postado nas redes sociais.

O Brasil se tornou um ponto quente nos últimos meses, com 3.908.272 casos confirmados e 121.381 óbitos pela COVID-19, doença causada pelo vírus.

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Na segunda-feira, o Ministério da Saúde notificou 45.961 novos casos do coronavírus e 553 mortes pelo COVID-19 nas últimas 24 horas.






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Bolsonaro, que se recuperou recentemente do coronavírus, minimizou sua importância, chamando-a de “gripe pequena”, ignorando recomendações científicas e se opondo aos esforços de quarentena dos governadores e prefeitos brasileiros.

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Apesar disso, seu governo destinou 1,9 bilhão de reais (US $ 346 milhões) no início de agosto para financiar a compra de 100 milhões de doses da vacina candidata que está sendo desenvolvida pela Oxford University e AstraZeneca PLC e para eventualmente produzi-la no Brasil.

O governo do estado de São Paulo também está trabalhando em uma potencial vacina com a chinesa Sinovac Biotech. O Brasil espera que a distribuição das doses de ambas as vacinas possa começar no início do próximo ano.

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O ministro da Saúde em exercício de Bolsonaro, Eduardo Pazuello, general do Exército, nomeou na sexta-feira um veterinário para liderar o programa de vacinação do Brasil.

Lauricio Monteiro Cruz, que trabalhava no ministério no controle da doença parasitária leishmaniose, é especialista na prevenção de doenças em animais, segundo seu currículo no site do ministério.

(Reportagem de Lisandra Paraguassu, Pedro Fonseca e Anthony Boadle; Edição de Ana Nicolaci da Costa)

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